Matheus Cunha assinou segundo golo do Manchester United frente ao Nottingham Forest, mas Mbeumo tocou o braço na bola segundos antes do brasileiro fazer golo. Árbitro ignorou veredicto do VAR e manteve decisão de validar o golo.
"Jogo louco, talvez um bom jogo para os adeptos, mas para um treinador foi um jogo aberto, especialmente no segundo tempo. No final, foi uma pena que o jogo tenha sido decidido por uma decisão que devo aceitar, mas com a qual não concordo. Para mim, foi mão, muito clara, mas ele decidiu não anular o golo", começou por dizer Vítor Pereira, citado pelo Goal, referindo-se ao lance em que Matheus Cunha mete a bola no fundo da baliza do Forest, após o colega Bryan Mbeumo ter dominado a bola com o braço.
"Ele [o árbitro] acha que o controlo foi após o toque no corpo e eu tenho de aceitar, mas não é minha opinião, porque eu assisti às imagens. Ele controla com as mãos. Se não fosse assim, ele não teria oportunidade de rematar. Essa é a dúvida que temos na Premier League neste momento em relação às decisões. Acho importante reunir toda a gente e tentar entender as regras e as decisões. Acho que todos os treinadores têm dúvidas sobre algumas decisões", afirmou o técnico português do Nottingham Forest, cuja permanência na Premier League já estava assegurada desde a ronda anterior.

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