O Estrela da Amadora concluiu a sua participação na edição 25/26 da I Liga portuguesa de futebol de forma sofrida, mas concretizando nos derradeiros minutos da última jornada o seu objetivo de permanecer no escalão principal.
Com sofrimento, mas também galhardia e superação, o Estrela da Amadora cumpriu a meta a que se propunha no início da temporada.
A época dos 'tricolores' incluiu peripécias várias, entre as quais se salientam as duas mudanças operadas no comando técnico: José Faria foi o treinador que iniciou a época, mas no final de setembro seria substituído por João Nuno.
O técnico contratado ao Belenenses, da Liga 3, cumpriu funções por meio ano, até ser substituído pelo italiano Cristiano Bacci, que liderou a equipa nas últimas três jornadas do campeonato e concretizou o objetivo, com uma derrota e dois empates.
A nível de destaques individuais, o Estrela da Amadora encontra os seus dois futebolistas mais marcantes em dois momentos distintos: entre agosto e janeiro e, numa fase posterior, entre janeiro e o final da época.
Na primeira metade da época, o emblema amadorense revelou o internacional cabo-verdiano Sidny Lopes Cabral, que com cinco golos e três assistências em 16 jogos despertou a atenção do Benfica, que no mercado de inverno assegurou a sua contratação por uma verba a rondar os seis milhões de euros, aos quais acrescem outros 2,5 mediante a concretização de objetivos desportivos.
Em sentido inverso, no mesmo período de transferências, o Estrela da Amadora acertou várias contratações, entre elas a do defesa sérvio Stefan Lekovic, que trouxe um impacto imediato à equipa e participou em nove partidas no campeonato.
Lekovic tornar-se-ia o 'herói' da temporada para o clube na I Liga, ao marcar os dois golos que permitiram aos 'tricolores' empatar em Braga na última jornada e garantir o precioso ponto que permitiu celebrar a permanência no escalão maior do futebol português, a fasquia que a administração 'estrelista' esperará voltar a ultrapassar na próxima temporada.

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